FESCC - 7º Festival de Corais de Catanduva

Itaipu Transformadores
e Tietê Agroindustrial apresentam:

O Festival

O FESCC – Festival de Corais de Catanduva - é um evento musical e, excepcionalmente este ano, por conta da pandemia, acontecerá em formato on-line nos dias 10, 11, 12, 13 de setembro de 2020.
Esta edição é realizada pelo Conservatório Santa Cecília, com patrocínio da Itaipu Transformadores e Tietê Agroindustrial.

O foco do Festival é a formação dos inscritos através de workshop apresentado por profissionais especializados, direcionados a regentes, professores e estudantes de música, para que aprimorem seu conhecimento e possam trocar experiências com outros colegas.

O FESCC, além da semana cultural que acontece no mês de setembro, também possui um projeto com aulas gratuitas que acontece o ano todo e atualmente está on-line, proporcionando formação para as crianças e adolescentes participantes da cidade de Catanduva. O projeto de aulas tem incentivo do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa – PROAC.

Visão
O Festival tem como objetivo, através do canto coral, elevar o conhecimento e enobrecer o ser humano através da arte, na Cidade de Catanduva atingindo todo o Estado de São Paulo e outros Estados do país contribuindo para a construção de um mundo melhor.

Missão
O Festival tem como missão o desenvolvimento da atividade canto coral no Estado de São Paulo, valorizando a formação musical de excelência e desenvolvimento pessoal e cultural das crianças, adolescentes e adultos, tornando-os felizes.

Onde
O FESCC acontece, em 2020, em formato on-line, através da plataforma Zoom.

Quando
O Festival vai acontecer nos dias 10, 11, 12 e 13 de setembro de 2020.

Realização
O FESCC - Festival de Corais de Catanduva - é uma realização do Conservatório Santa Cecília de Catanduva-SP, com patrocínio das empresas Itaipu Transformadores e Tietê Agroindustrial.

Confira os melhores momentos das edições anteriores FESCC

Os Profissionais

Angelo José Fernandes

Angelo José Fernandes

Tem se destacado com grande sucesso por sua dedicação à música vocal e à pedagogia do canto. Músico de diversas possibilidades, desenvolve uma ampla atividade artística e pedagógica como regente, pianista, cantor e professor de canto, sendo constantemente convidado para realizar concertos e ministrar workshops, masterclasses e palestras em diversos estados brasileiros.
É docente do Departamento de Música do Instituto de Artes da UNICAMP, universidade na qual é responsável por uma significativa produção artística e acadêmica. Leciona canto lírico, dirige o Coro Contemporâneo de Campinas e o Ópera Estúdio UNICAMP, além de coordenar o CIDDIC – Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural.
Doutor e Mestre em Música pela UNICAMP e Especialista em Regência Coral e Bacharel em Piano pela UFMG, teve entre seus principais mestres Carlos Alberto Pinto Fonseca, Amin Feres, Eduardo Hazan, Lucas Bretas, Inácio de Nonno, Adriana Kayama e Eliane Fajioli.
Como pesquisador na área da performance musical, foi bolsista de Pós-Doutorado do CNPq e tem se dedicado ao estudo da técnica vocal na prática do canto solista e coral nos diversos períodos históricos e estilos de música composta para voz e sua aplicação na performance atual.

Daniel Reginato

Daniel Reginato

É bacharel em Composição Musical pela Universidade de São Paulo (ECA/USP) e mestre em Educação pela Universidade Pontifícia Católica (PUC/SP) na área de currículo.
Tem atuado na área de regência coral desde 1997, iniciando seus estudos na Universidade Livre de Música Tom Jobim e com alguns maestros como Lincoln Andrade, Aylton Escobar, Juan Tony Gusmán e Eduardo Fernandes.
Em sua pesquisa vocal destacam-se os cursos de aperfeiçoamento pela Rio a Cappella (Fórum de Música Vocal I, II, III,IV e o Curso para grupos Vocais I), e pelo IFCM (9º World Symposium on Choral Music (Puerto Madryn) e 10º World Symposium on Choral Music (Seul). No canto, recebeu orientação de Susana Naidich e Joana Mariz.
Desenvolve intensa produção de arranjos vocais para coros e grupos vocais presente em álbuns como: AFRO-SAMBAS (Coral Unifesp), VÉSPER NA LIDA (quinteto Vésper Vocal), SOM NA CABEÇA (Grupo Canto Ma Non Presto) entre outros. E também em arranjos voltados para o teatro musical em: Assassinato no Bixiga: Quem matou Arnesto?, A senhora que fazia tortas, e Robin Hood (Grupo CIABATTA); e também Organicidade e As Vozes do Dono (Grupo Canto Ma Non Presto), atuando também como preparador musical de alguns desses trabalhos.
Atualmente atua como: regente com o Coro Juvenil da Escola do Auditório, e do Coro Juvenil do Instituto Baccarelli; como educador musical nas área de percepção melódica e harmônica na Escola do Auditório Ibirapuera, e na educação básica no Colégio Anglo 21 e no Instituto Eurofarma; e também, como pesquisador e formador de professores pelo Instituto d’OPASSO.

Eduardo Fernandes

Eduardo Fernandes

É graduado em música, Fagote na classe do professor Paulo Justi, pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).
Em 2003 concluiu mestrado na Universidade de São Paulo (USP), com a dissertação “O Arranjo Vocal de Música Popular em São Paulo e Buenos Aires”.
Participou de diversos cursos e festivais no Brasil e no exterior.
Atua, como professor convidado, de diversos festivais e cursos de música pelo Brasil, como: Laboratório Coral de Itajubá, Festival de Corais de Catanduva (FESCC), Painel de Regência Coral de Cuiabá, Fórum RioAcappella de Música Vocal, Festival Paraibano de coros (FEPAC), entre vários outros.
Desenvolve pesquisa de percussão corporal (Barbatuque) aplicada à música coral.
É regente do CORALUSP XI de Agosto, do CORALUSP 12 em Ponto, do Coral UNIFESP e do Coral Gogós!
Em 2014 foi convidado pelo do Coral da UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso) para a montagem e apresentação do programa: “Coral UFMT Canta Chico Buarque”, e em 2019 convidado para reger o Coral Juvenil do Projeto Guri Santa Marcelina onde, junto com Reynaldo Puebla, apresentou e dirigiu o espetáculo: “Tempo Compositor de Destinos” no Teatro São Pedro e no Theatro Municipal de São Paulo.
Tem dois artigos sobre música popular brasileira, publicados na revista Desvendando a História: “Anos 70 um caleidoscópio sonoro” e “Getúlio Vargas e a manipulação do samba”.
Publicou artigo sobre arranjos corais de música brasileira na revista International Choral Bulletin, e é autor de um capítulo do livro: “A arte da técnica vocal 2” organizado pela professora e cantora Cíntia de Los Santos lançado em 2020. Desde 2018 é Diretor Artístico do CORALUSP.

Eduardo Lakschevitz

Eduardo Lakschevitz

Doutor em Música pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e Mestre em Regência Coral pela Universidade de Missouri-Kansas City (EUA), na classe do Dr. Eph Ehly. Em 2018 completou estágio pós-doutoral nas Universidade de Syracuse, EUA. É Professor da UNIRIO, onde leciona História da Música e orienta projetos no Programa de Mestrado Profissional em Ensino das Práticas Musicais - PROEMUS. Foi regente dos coros da TV Globo, do SEBRAE/RJ, da CNSEG, do STBSB e do Coro KOLINA. Seus arranjos e composições corais têm sido gravados no Brasil, Estados Unidos, Venezuela e Eslovênia. São publicados pelas editoras Alliance Music, Colla-Voce, Carus Verlag e Carl Fischer.

Juliana Melleiro

Juliana Melleiro

Doutora e Mestra em Música pela UNICAMP, sob orientação do Prof. Dr. Angelo Fernandes. Licenciada em Educação Musical pela UNESP. Atualmente, rege o Grupo KIDS do Canarinhos da Terra da Unicamp (Campinas-SP) e é coordenadora pedagógica dos coros escolares desta instituição. É professora de música do Colégio Lumen Verbi (Paulínia-SP) e docente da Pós-graduação em Educação Musical EAD da Unyleya. Dentre outras experiências profissionais, regeu coros infantis iniciantes do Instituto Baccarelli (São Paulo); cantou no Coro Contemporâneo de Campinas, no Coral Jovem do Estado de São Paulo e no Coro Juvenil da OSESP; participou de cursos e eventos internacionais (EUA, Chile e Argentina); e ministrou oficinas em festivais e encontros nacionais, como o FESCC (Catanduva-SP), o FESCORI (Entre Rios do Oeste-PR), o Encontro de Educação Musical da UNICAMP e o FIMUS (Festival Internacional de Campina Grande-PB).

Juliana Ripke

Juliana Ripke

Pianista, compositora e arranjadora Juliana Ripke é doutoranda e Mestre em Musicologia pela Universidade de São Paulo (ECA-USP) sob orientação do Prof. Dr. Paulo de Tarso Salles; bacharel em Piano pela Faculdade Cantareira sob orientação do pianista cubano Yaniel Matos; e tecnóloga em Piano pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Foi professora de piano do curso preparatório da Faculdade Cantareira; professora de teoria musical, pianista correpetidora dos corais, alunos de canto erudito e turmas de musicalização no Instituto Baccarelli; professora na EMESP (Escola de Música do Estado), onde também dava aulas de teoria e treinamento auditivo, pianista e arranjadora do Coral Jovem do Estado de São Paulo, e pianista correpetidora em diversas edições do Festival Internacional de Música de Londrina. Atualmente, é membro integrante do PAMVILLA (Perspectivas Analíticas para a Música de Villa-Lobos), grupo de estudos dedicado à reavaliação e reinterpretação da obra de Heitor Villa-Lobos, tem também realizado trabalhos como compositora e arranjadora de diversos corais infantis, jovens e adultos (Coral Jovem do Estado de São Paulo, Coral Paulistano Mário de Andrade, Coral Juvenil Fescc, Coral Meraki, Côro Osvaldo Lacerda, Coral da Gente, dentre outros), e tem apresentado sua pesquisa sobre música brasileira em diversos congressos nacionais e internacionais como o Núcleo Acadêmico do 53 Festival Villa-Lobos (Rio de Janeiro- RJ- Brasil), o II Congresso ARLAC/IMS (Santiago de Chile), o 13th International Congress on Musical Signification (Canterbury e Londres, UK), o 4o Encontro Internacional de Teoria e Análise Musical (EITAM, São Paulo, Brasil), o II Congresso Bienal da Tema (Teoria e Análise Musical em Perspectiva Didática), o III e IV Congresso de Musicologia da Associação Regional da América Latina e Caribe (ARLAC) e o III, IV e V Simpósio Villa-Lobos (USP- São Paulo, Brasil), o Colóquio Internacional Villa-Lobos e a Europa (Lisboa, Portugal), dentre outros.

Julio Moretzsohn

Julio Moretzsohn

É professor de Regência Coral e Música de Câmera da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), onde concluiu, em 2008, o Doutorado em Música na área de Estruturação da Linguagem Musical com o trabalho As Missas de J. J. Emerico Lobo de Mesquita: um estudo estilístico. Nesta instituição coordena o Projeto de Extensão Coro Juvenil UNIRIO e o Projeto de Ensino Coral Oficina UNIRIO, voltado para a formação de jovens cantores e regentes corais.
Maestro do conjunto vocal Calíope desde a sua criação, em 1993, é ganhador do 7º Prêmio Carlos Gomes (2002) na categoria de Corais e Conjuntos Vocais. Com este grupo gravou o CD Música Brasileira e Portuguesa do Século XVIII (1998), os CDs Sábado Santo (2001), Quinta-feira Santa (2002) e Música Fúnebre (2003), através do Museu da Música de Mariana, o CD Música Sacra de Henrique Oswald e Alberto Nepomuceno (2005), pelo Selo da Rádio MEC, e o CD Villa-Lobos – Vozes do Brasil – obra coral profana (2012), com patrocínio da Petrobras. Todos com excelente acolhida da crítica especializada.
Com o Calíope representou o Brasil a convite do Itamaraty: em 2001, em Santiago do Chile, em 2005, na tournée pela França e na Embaixada do Brasil em Berlim (Alemanha), e, em 2008, no Festival de Chiquitos – Bolívia. Em 2009 realizou concertos em Portugal, a convite da Fundação Calouste Gulbenkian, e na Espanha, a convite da Sociedad Filarmónica de Badajoz.
Em 2003 Moretzsohn criou o Coro Sinfônico do Rio de Janeiro, constituído de cantores de formação lírica, atuando junto a Orquestra Petrobras Sinfônica e a Orquestra Sinfônica Brasileira. Com este grupo tem colaborado com maestros do Brasil e do exterior, como Isaac Karabtchevsky, Roberto Minczuk, Roberto Tibiriçá, Luís Gustavo Petri, Roberto Duarte, Ennio Morricone (Itália), Lorin Maazel (França), Hubert Soudant (Holanda), Jerzy Semkov (EUA), Rodolfo Fischer (Chile) e Guillermo Scarabino (Argentina). O Coro Sinfônico do Rio de Janeiro participou, em 2008, da gravação do CD - José Maurício Nunes Garcia - Missa De Nossa Senhora da Conceição, junto a Orquestra Sinfônica Brasileira e em 2009, do DVD - A Floresta do Amazonas de Villa-Lobos, com a Orquestra Petrobras Sinfônica.
De 2010 a 2016 desenvolveu o Projeto Coro de Crianças da Orquestra Sinfônica Brasileira. Como maestro convidado atuou a frente da Camerata de Curitiba e do Coro da OSESP.

Maíra Ferreira

Maíra Ferreira

Maíra Ferreira é bacharel em regência e em piano pela UNICAMP e possui mestrado em regência pela universidade Butler em Indianápolis (EUA), sob orientação do maestro Henry Leck. Atualmente, é regente interina do Coral Paulistano do Theatro Municipal de São Paulo, onde atuou como assistente de Naomi Munakata de 2016 a 2020. Está a frente do Coro Jovem da Escola Municipal de Música de SP, e do Coral Avançado do Instituto Baccarelli. Em 2019, foi contemplada como "Jovem Talento", no prêmio Melhores do Ano oferecido pela Revista Concerto. Nos Estados Unidos, entre 2013 e 2015, foi pianista colaboradora do Butler Opera Theater, além de atuar como regente assistente do Butler Chorale e University Choir, regidos por Eric Stark. Integrou o Indianapolis Symphonic Choir, apresentando-se em importantes salas de concertos dos Estados Unidos, incluindo Carnegie Hall. Especializada em coros infantojuvenis, atuou também no Indianapolis Children’s Choir, grupo com grande destaque no cenário coral mundial.

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Programação 2020

10

Set

Dia 1

On-line via Zoom

Início às 09h00

11

Set

Dia 2

On-line via Zoom

Início às 09h00

12

Set

Dia 3

On-line via Zoom

Início às 09h00

13

Set

Dia 4

On-line via Zoom

Início às 09h00

Lei

Lei de Incentivo à Cultura
Proac

Patrocínio Ouro

Itaipu
Tietê

Produção

CM Cultural

Realização

Santa Cecília
govSP
secretaria 2

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